3 motivos pelos quais sua estratégia de correspondência jurídica pode ruir

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Sendo um profissional dos mais requisitados atualmente no meio jurídico, o correspondente jurídico deve sempre melhorar suas estratégias, atendendo com os mais criteriosos zelos tudo que lhe é solicitado e fazendo com o máximo de agilidade possível todas as diligências que lhe são delegadas.

O correspondente é o profissional que deve prestar os seus serviços sempre dentro das normas, resolvendo as pendências como se ele próprio fosse o advogado responsável pelo processo.

Principalmente para o advogado iniciante, a atividade de correspondente jurídico é das mais satisfatórias, possibilitando ganhar dinheiro pelo seu trabalho enquanto adquire a experiência necessária no meio jurídico. Para ser um bom profissional nesta área, no entanto, existem alguns pontos que merecem a atenção e que não devem ser praticados para evitar a falência do advogado nessa função:

1. Criar situações que possam afetar o contratante

Essa, evidentemente, não é uma boa estratégia. Se o correspondente jurídico tem a responsabilidade de conduzir um processo de um contratante de outra cidade, não pode, de maneira alguma criar qualquer situação que possa afetar negativamente o seu contratante. Os cuidados do correspondente devem se voltar para todos os detalhes do processo, respondendo com prontidão a todas as solicitações e mantendo constante comunicação com o contratante, como se estivesse presente no seu escritório.

2. Não avaliar os documentos recebidos

Cada processo é um caso diferente, que deve ser tratado em todos os seus detalhes. Sabemos que falhas podem ocorrer e, caso verifique alguma falha, o correspondente jurídico deve entrar em contato imediatamente, corrigindo os problemas sem, contudo, culpar qualquer assessor ou advogado do contratante, mostrando que está diligenciando ao lado do seu contratante, sem culpar o responsável por uma provável falha.

3. Ser um simples burocrata

O correspondente jurídico tem como obrigação buscar o resultado positivo em suas atividades, e não agir como um simples burocrata, uma pessoa que deve fazer uma diligência qualquer. Deve ter responsabilidade como se o processo fosse seu, como se tivesse que responder diretamente ao cliente, conscientizando-se que sua atividade é que trará o êxito ou não na empreitada.

E você, correspondente, acredita estar fazendo a estratégia certo? Compartilhe aqui com a gente.

2 Comentários


  1. Esse site está beirando o ridículo! Fiz parte dele, cobro honorários baixos, mas ninguém quer contratar os serviços, por encontrar sempre alguém mais “barateiro”. Que ridículo! Que prostituição de uma profissão tão renomada!

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    1. exatamente Gustavo, nenhum desses sites de correspondente presta à advocacia, na verdade estão fazendo um desserviço, aviltando os honorários da profissão. Caso não existissem tantos sites desses intermediando a contratação, haveria com certeza, menos ofertas, o que valorizaria os valores das diligências. Prestam -se apenas á consultoria jurídica gratuita e contratação de valores irrisórios nas diligências, pois sempre há aquele advogadozinho que cobra menos. É um leilão às avessas, ou seja, quem cobra menos leva. Infelizmente essa é a realidade por que passamos na atual advocacia enquanto não consolidamos a nossa marca individual. Dessarte é imperativo a submissão dessa realidade ao advogado principiante. Sorte daqueles que têm papai, mamãe, titio ou alguém próximo para prestar auxílio financeiro nesse interstício.

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