5 coisas que um correspondente jurídico precisa saber

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Com os avanços da globalização e a facilidade de comunicação proporcionada pela internet, a atividade de correspondência jurídica tem se ampliado cada vez mais na atualidade. Os grandes escritórios, a cada momento, estão buscando mais e mais a terceirização dos serviços contratados, repassando processos para um correspondente e agilizando os serviços apresentados aos clientes.

A atuação na correspondência jurídica exige, no entanto, que o advogado que nela atua mantenha o seu prestígio e amplie sempre seus contatos para obter mais contratos, o que faz dele também um marqueteiro em sua profissão.

Diante dessa situação, existem algumas coisas que o correspondente deve saber para exercer sua profissão dentro dos requisitos:

1. Conhecer a cultura local

O correspondente jurídico deve conhecer profundamente a cultura do seu ambiente, como funciona o tribunal de sua comarca e como deve agir com os funcionários e juízes, além de outros advogados para direcionar corretamente os processos e indicar a necessidade de agir de forma diferenciada.

2. Manter contato constante com o contratante

Como correspondente jurídico, o advogado deve manter constante contato com seu contratante, apresentando-se sempre de forma solícita e atendendo suas necessidades, procurando colocar-se como o profissional adequado para qualquer eventualidade.

3. Conhecer os prazos e prever os erros

O advogado contratado como correspondente jurídico sabe que, a princípio, é de sua responsabilidade obedecer os prazos de cada processo, devendo também ter a capacidade de prever possíveis erros para que tenha sucesso em seu trabalho.

4. Assumir sua responsabilidade pelos processos

Ao trabalhar com um processo contratado, o correspondente jurídico é o responsável pelo seu bom andamento e sua atitude com o contratante deve ser idêntica às atitudes que tem com seus próprios clientes.

5. Atualizar-se sempre

A atuação na correspondência jurídica, talvez mais do que outras atividades, exige que o advogado que atua nessa área esteja constantemente atualizado, conhecendo a legislação das áreas em que estiver atuando, estudando a jurisprudência e acompanhando processos que tenham similaridade, adquirindo o conhecimento necessário para agir em qualquer situação.

Se você está atuando na correspondência jurídica, além de estar no melhor meio para dar início à sua carreira de advogado, está também inserido no contexto de um futuro promissor em sua atividade.

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8 Comentários


  1. Gostei muito do artigo, mas vejo que alguns profissionais acabam se desvalorizando e assim desvalorizando toda a classe sejam advogados, estagiários ou estudantes….
    O site deveria marcar um encontro com os correspondentes para fixar valores mínimos dos trabalhos que normalmente são solicitados….
    Fica a sugestão

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    1. Olá, Daniel. Tudo bom? Sua sugestão é bastante válida. Não podemos fixar valores mínimos, até porque isso depende também de tipo de serviço, localidade e experiência do profissional. Mas sempre tentamos mostrar a importância, ao correspondente, de cobrar valores compatíveis com o mercado. Vamos pensar numa maneira de colocar sua dica em prática de alguma forma.

      Um abraço e obrigado pelo contato.

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  2. Acredito que deveria ser estabelecido um mínimo do valor a ser cobrado, pois senão acaba desvalorizando demais nosso trabalho.
    Att

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  3. Bom dia! In verbis concordo com tudo isto para o Advogado Correspondente alcançar prestígio, no entanto vejo como o Advogado se desvaloriza, cobrando honorários dignos de revolta. R $ 5,00 por audiência ou outra diligência, não são Advogados são mortos de fome.! Ora será que os 5 anos de faculdade e o exame da Ordem foram tão insignificantes a tal ponto? E os contratantes infelizmente contratam, claro, pelo menor custo e desprezívelmente isso é costumeiro nesse ambiente. Ademais os Advogados que querem cobrar o correto, não tem espaço, pois não são contratados. É muito triste, mas é nossa realidade ter desvalorizada, pelo próprio causidico que cobrá honorários aviltantes, uma profissão tão bela desde a antiguidade.

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    1. Concordo em gênero, número e grau Doutor! Triste realidade…

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  4. Muito bom o artigo, mas acho que deveriam abordar de que os estudantes e estagiários também se enquadrem, uma vez que existe essa possibilidade também à nós, estudante de Direito. Assim como artigos incluindo o estudante ao meio do correspondente, suas atribuições e possibilidades. Também sinto falta em termos algo que fale sobre valores praticados, acho que seria interessante.

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      1. Concordo também com a opinião da Cristiane.Uma vez que o JC proporciona também a estudantes e bacharéis em Direito a ser um Correspondente Jurídico.

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