É possível conciliar correspondência jurídica e um escritório próprio?

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A atividade de correspondência jurídica torna mais ágil a rotina de muitos escritórios de advocacia em todo o país. Grandes escritórios, estabelecidos nos maiores centros urbanos, atualmente prestam serviço jurídico para diversas empresas e, em virtude disso, recebem contratos de clientes de várias partes do Brasil, o que leva a prestar serviços em todo o território nacional.

Os escritórios de advocacia das cidades menores podem, ao mesmo tempo, prestar serviços de correspondência jurídica e prestar atendimento a clientes próprios, conciliando as duas atividades.

Muitas situações solicitadas através da correspondência jurídica não precisam de envolvimento pessoal no caso, podendo serem passadas para profissionais que estejam fazendo estágio, por exemplo, com o respaldo do advogado responsável pelo escritório.

Com isso, além de propiciar maior renda para o escritório, o advogado encontra oportunidade de conceder estágio a estudantes de Direito, ao mesmo tempo em que pode se dedicar às próprias atividades. A correspondência jurídica é uma forma de garantir experiência, participação em processos de outros escritórios e, principalmente, reconhecimento para o advogado de escritórios menores.

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Correspondência jurídica: reconhecimento da OAB

A Ordem dos Advogados do Brasil já se pronunciou a favor da correspondência jurídica, dando apoio aos seus objetivos e reconhecendo os benefícios para todos os envolvidos na atividade.

Em alguns estados brasileiros, a própria OAB criou uma tabela de honorários específica para quem trabalha ou contrata profissionais para prestar serviços de correspondência jurídica.

Com isso, a correspondência jurídica tornou-se ainda mais profissional, trazendo maior segurança aos advogados iniciantes na carreira ou a escritórios de advocacia de menor porte, que possuem uma base para cobrar honorários de acordo com a prestação de serviços.

Com a correspondência jurídica estabelece-se uma nova mentalidade empreendedora para os escritórios de advocacia de menor porte, que conseguem aliar seus próprios objetivos à prestação de serviços para escritórios de maior porte, dos grandes centros urbanos, gerando economia para quem contrata e maior renda para quem é contratado.

Ao contratado para fazer trabalhos de correspondência jurídica cabe apenas manter sua organização e conciliar os próprios processos de clientes com a atividade executada para os contratantes.

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