Além do inglês, quais os principais idiomas para profissionais jurídicos?

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Os profissionais do meio jurídico, da mesma forma como em outras atividades, encontram-se num terreno que se torna cada dia mais voltado para a especialização. O mercado de trabalho dos profissionais de Direito exige que haja o conhecimento de outros idiomas para que se tenha um bom desenvolvimento em suas atividades.

No entanto, é importante destacar que, antes de procurar aprender um idioma estrangeiro, o advogado deve conhecer e dominar com perfeição o próprio idioma, a nossa velha língua portuguesa. Isso se deve ao fato de que, infelizmente, o mercado jurídico está com excessivo número de advogados que cometem os mais crassos erros de redação. Não somente em qualquer carta ou contrato, mas também na elaboração de peças processuais, alguns nem sabendo interpretar os complicados textos jurídicos.

Tendo o conhecimento da língua mãe, o advogado deve procurar, principalmente, aprender o idioma inglês, uma necessidade do mundo atual. Vivemos num mundo globalizado, onde o inglês é o idioma dominante.

Idiomas para quem quer se especializar

É evidente que, dentro da necessidade de constante aprimoramento, o profissional jurídico deve estar sempre se especializando. Assim, como toda a teoria do Direito está basicamente dividida em duas correntes, o Common Law, que tem origem anglo-saxônica, e o Direito Romano-Germânico (na verdade Bizantino-Germânico), os idiomas em que deve se aperfeiçoar são o alemão, o italiano e o espanhol.

Isso porque, embora tenhamos na literatura jurídica grandes obras sobre o Direito, as principais devem ser vistas em seus idiomas originais, fator que poderá influir positivamente no conhecimento do advogado.

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Para áreas específicas do Direito, alguns idiomas são importantes. Para quem quer se especializar no Direito Administrativo, o conhecimento do francês e do italiano são portas abertas para a literatura. Enquanto que, para o Direito Civil, é importante conhecer alemão e inglês.

O Direito Penal tem muita influência alemã e italiana. Da mesma forma que o Direito Constitucional, exigindo que o advogado tenha conhecimento amplo desses idiomas.

Vale lembrar que, para quem não é descendente de alemães, o idioma é bastante complexo, principalmente no meio jurídico. Isso exige muito mais dedicação e empenho, caso o advogado procure especializar-se como deve.

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